sexta-feira, 4 de janeiro de 2019

Olha que site Incrível...

Psicose é um clássico filme norte americano de 1960 dirigido por Alfred Hitchock. O longa, considerado por muitos como uma das melhores películas já feitas, é inspirado no romance de mesmo nome do autor Robert Bloch, lançado em 1959. Na trama, Norman Bates, vivido pelo excelentíssimo Anthony Perkins, sofre do Complexo de Édipo, um conceito introduzido e aprofundado por Freud, dentro da psicanálise. A história também ganhou uma série de televisão, chamada Bates Motel, que tornou-se um prelúdio contemporâneo para o filme de 1960.
Mas afinal, o que é o Complexo de Édipo? Este conceito refere-se a uma fase no desenvolvimento infantil em que existe uma “disputa” entre a criança e o progenitor do mesmo sexo pelo amor do progenitor do sexo oposto. Ou seja, o filho compete com o pai pelo amor de sua mãe; mas não o amor normal que existe entre mãe e filho, e sim o amor sexual, aquele que abrange um real relacionamento afetivo. Tal abordagem se enquadra apenas para a relação pai-mãe-filho, já que, para a relação pai-mãe-filha, existe o Complexo de Electra, que é basicamente a mesma coisa, porém fala sobre uma relação de amor da filha com pai.

Zeus

Zeus deus dos trovões, senhor do Olimpo, era filho de Cronos e Réia. Cronos tinha o hábito de  devorar seus próprios filhos para que não tomassem seu lugar no trono. Até que Zeus nasceu e sua mãe Réia já cansada de tanto sangue e sofrimento deu a Cronos uma pedra embrulhada no lugar de Zeus, salvando sua vida. Réia decidiu que Zeus seria o ultimo filho e encerraria o reinado de sangue e sofrimento e tomaria o trono do pai.

Assim que Cronos descobriu que tinha engolido uma pedra ao invés do filho saiu a procura de Zeus, mas não o encontrou. Zeus foi criado no bosque de Creta e foi alimentado com mel e leite de cabra. E assim quando cresceu foi a caminho do pai para combatê-lo, eles viraram grandes inimigos, Zeus obrigou seu pai a engolir uma bebida mágica, que restituiu todos os filhos que no passado tinha devorado. Foi então que Zeus conheceu seus quatro irmãos: DeméterPoseidon, Héstia e Hades, faltou apenas a Hera que como Zeus foi poupada e não estava ali. Zeus ainda liberou ciclopes que deu a ele o Raio. Então após dez anos, que foi o tempo que durou a guerra, Zeus subiu ao Olimpo junto com seus irmãos Poseidon e Hades que o ajudaram a destruir Cronos, e então comandaram o Céu, a Terra e os demais deuses.
Zeus tinha o poder dos fenômenos atmosféricos e fazia relâmpagos e trovões e com sua mão direita lançava a chuva, podia usar sua força como destruidora, mas também mandava chuvas para as plantações.
Zeus casou-se três vezes, sua primeira esposa foi Métis a deusa da prudência e com ela teve sua filha Atena. Sua segunda esposa foi Têmis a deusa da justiça. E sua terceira esposa foi sua irmã Hera e com ela teve vários herdeiros, mas o único que foi filho legítimo de Hera e Zeus foi Ares, que era o Deus da guerra. Hera era muito ciumenta e agressiva já que Zeus desonrava sua vida com Hera, tinha muitas amantes, e que também acabou tendo muitos filhos fora de seu casamento. Zeus usava seu poder de sedução e até usava as mais belas metamorfoses para conquistar as mulheres. As mais conhecidas são: o Cisne de Leda e o Touro da Europa.
Zeus é o deus que dá ao homem o caminho da razão e também ensina que o verdadeiro conhecimento é obtido apenas a partir da dor.

Fonte: https://www.infoescola.com/mitologia-grega/zeus/

quinta-feira, 3 de janeiro de 2019

Édipo rei e o Complexo de Édipo.

Motel Bates (no original em inglês: Bates Motel) é uma série de televisão americana de dramaterror psicológico e suspense, desenvolvida por Carlton Cuse, Kerry Ehrin e Anthony Cipriano, produzida pela Universal Television e exibida pela A&E.
A série é um "prólogo contemporâneo" para o filme Psycho de 1960 (baseado no romance de mesmo nome escrito por Robert Bloch), que retrata a vida de Norman Bates e de sua mãe Norma antes dos eventos retratados no filme de Alfred Hitchcock. A série começa depois da morte do marido de Norma, quando ela adquire um motel localizado em uma cidade costeira chamada White Pine Bay, localizada no estado de Oregon, nos Estados Unidos, para que ela e Norman possam começar uma nova vida. A série foi filmada em Aldergrove, Colúmbia BritanicaCanadá, e estreou em 18 de março de 2013 na A&E.  A rede A&E decidiu encomendar 10 episódios para a primeira temporada da série. Em 8 de abril de 2013, a emissora renovou Bates Motel para uma segunda temporada com mais 10 episódios, depois de críticas favoráveis ​​e grande audiência. Em 7 de Abril de 2014 Bates Motel foi renovada para uma terceira temporada, contendo 10 episódios. A quarta temporada de Bates Motel estreou em 2016 e é composta por 10 episódios. Ainda em 2016 foi anunciado o fim da série com a última temporada estreando em 20 de fevereiro de 2017, sendo a quinta e última temporada, e a temporada que mais recebeu críticas positivas.

Sinopse:
Após a misteriosa morte de seu marido, Norma Bates decidiu começar uma nova vida longe do Arizona, na pequena cidade de White Pine Bay, em Oregon, e leva o filho Norman, de 17 anos, com ela. Ela compra um velho motel abandonado e a mansão ao lado. Mãe e filho sempre compartilharam uma relação complexa, quase incestuosa. Trágicos acontecimentos vão empurrá-los ainda mais. Todos eles agora compartilham um segredo obscuro.
Um pouco Mais...
Norman Bates é um personagem fictício do romance “Psicose” criado pelo escritor Robert Bloch em 1959. O personagem foi inspirado em um caso real de assassinato, que teve como autor do crime Ed Gein. Bloch de início não procurou se inspirar no caso Gein, mas descobriu anos mais tarde, para sua surpresa, que o seu personagem lembrava muito o verdadeiro Ed Gein. Em 1960 o livro ganhou uma adaptação cinematográfica dirigido pelo mestre do suspense Alfred Hitchcoock, que rapidamente se tornou em enorme sucesso.

Em 2013 estreou um seriado baseado no livro e no filme Psicose, “Bates Motel”. A série é um “prólogo contemporâneo” que retrata a vida de Norman Bates e de sua mãe Norma antes dos eventos retratados no filme de Alfred Hitchcock de 1960. O seriado teve cinco temporadas, sendo que a última terminou em abril de 2017.
O Complexo de Édipo
O Complexo de Édipo é uma formulação usada por Sigmund Freud, baseada da tragédia grega “Édipo Rei”. Resumidamente, a lenda do “Édipo Rei” conta a história de como Édipo assassinou o seu pai e casou com a própria mãe, tendo quatro filhos com ela. Ambos, no entanto, não sabiam que eram mãe e filho. Quando descobriram (através do oráculo), Jocasta, a mãe de Édipo, se suicidou. O rapaz, como punição por não ter sido capaz de reconhecer a própria mãe, furou os dois olhos e ficou cego.
Freud se apropriou desse mito para explicar o desenvolvimento sexual infantil, onde existe na relação da tríade (pai-mãe-filho) um desejo incestuoso da criança pela mãe e a interferência odiada do pai nessa relação. Para Freud todas as crianças desenvolvem um amor pelo pai ou pela mãe durante a infância. E esse amor é moldado e completamente definido antes do início da adolescência. O “amor” das crianças com seus progenitores se torna algo sentimental, e não sexual. Porém, existem casos em que o filho desenvolve um amor sexual pela mãe. E é aí que a teoria do Complexo De Édipo pode ser entendida.
Alguns dos sintomas do Complexo de Édipo incluí o ciúme que o menino sente da mãe, quando esta está num convívio mais íntimo com o marido, por exemplo. De acordo com Freud, a superação Complexo de Édipo é essencial para que a criança perceba a representatividade do pai na relação, assim como a estruturação da personalidade individual do menino.
Caso não haja uma correta resolução do Complexo de Édipo, este pode acarretar algumas consequências no comportamento do futuro adulto, como: dependência exagerada do sexo oposto, submissão ou opressão.





Norman é mostrado no seriado como o exemplo clássico de Complexo de Édipo, tendo inclusive, assassinado o próprio pai, pois o mesmo estava agredindo sua mãe. Norman conseguiu vencer a disputa com seu progenitor do mesmo sexo, agora sua mãe pertence somente a ele.
Devido ao pouco contato com outras pessoas, Norman acaba por ficar preso num círculo familiar que é patológico; a falta de relação com outras pessoas contribui muito para que sua personalidade seja moldada apenas pela sua mãe. O comportamento ciumento da mãe em relação a Norman também agrava o processo, impedindo que o mesmo canalize seus desejos sexuais para qualquer pessoa se não sua própria mãe.
Embora, em alguns momentos a relação com sua mãe fosse conturbada, podemos ver o mesmo agindo de forma servil na cena seguinte. Norman jamais superou sua mãe em nenhum sentido. Mesmo após a morte da mesma ela continuava viva para ele, influenciando seu comportamento com ordens diretas do que ele deveria fazer. Sua mãe sempre possuiu um comportamento extremamente agressivo e autoritário, realizando punições diversas que acabariam por impedir que Norman pudesse superá-la. Norma Bates era uma mulher forte, ferida pela vida e que teve de criar seu filho sozinha, gerindo um motel falido no meio do nada. Era um mulher tão forte que tornou impossível a missão de Norman de se tornar um adulto completo, livre do jugo parental e ciente de sí e de sua própria identidade.
Com o passar dos anos, Norman se aproxima cada vez mais de Norma. O vínculo cresce desenfreadamente, tanto por parte dele, quanto por parte dela. Uma espécie de paixão surge na cabeça de Norman. Ele percebe que ama a mãe, porém, de uma maneira diferente. Tanto é que, para acabar com toda a confusão que permeia seus pensamentos, ele acaba matando sua progenitora.
Norman sofre pela morte de sua mãe (e grande amor de sua vida), e acredita que parte da alma e memória de Norma ainda vive. Ele guarda o corpo de sua mãe dentro de casa, e cuida do cadáver, a fim de sempre ter a companhia dela. Além disso, Norman “incorpora” sua mãe às vezes, e se passa por ela. Tudo isso é uma mistura de problemas mentais com o complexo teorizado por Freud. Em sua própria mente, Norman se vê como Norma. Um transtorno dissociativo de identidade faz com que ele assuma (de vez em quando) a personalidade da sua mãe falecida.
Obviamente que nem todo Complexo de Édipo “mal resolvido” vá evoluir para algo nesse gênero, no caso no Norman teve agravantes, pois o mesmo já parecia ter uma personalidade psicótica, indicando algum outro problema. Porém embora pareça doentio demais, é possível encontrar personalidades parecidas em criminosos serial killers na vida real. Norman Bates é um prato
cheio para os que gostam de estudar sobre psicoses, serial killers e o que os motiva.
Fonte :http://pensamentoliquido.com.br/norman-bates-e-o-complexo-de-edipo/  e https://pt.wikipedia.org/wiki/Bates_Motel

O Mito da Caverna

O Mito da Caverna, também conhecido como Alegoria da Caverna, foi escrito por Platão, um dos mais importantes pensadores da história da Filosofia.
Através do método dialético, esse mito revela a relação estabelecida pelos conceitos de escuridão e ignorância, luz e conhecimento. Foi escrito em forma de diálogo e pode ser lido no livro VII da obra A República.
Resumo
Platão descreve que alguns homens, desde a infância, se encontram aprisionados em uma caverna. Nesse lugar não conseguem se mover, em virtude das correntes que os mantém imobilizados.



Virados de costas para a entrada da caverna, veem apenas o seu fundo. Atrás deles há uma parede pequena, onde uma fogueira permanece acesa. Por ali passam homens transportando coisas, mas como a parede oculta o corpo dos homens, apenas as coisas que transportam são projetadas em sombras e vistas pelos prisioneiros.
Um dia, um desses homens que estava acorrentado consegue escapar e é surpreendido com uma nova realidade. No entanto, a luz da fogueira, bem como a do exterior da caverna, agridem os seus olhos, já que ele nunca tinha visto a luz.
Com o Mito da Caverna, Platão revela a importância da educação e da aquisição do conhecimento, sendo esse o instrumento que permite aos homens estar a par da verdade e estabelecer o pensamento crítico.


Esse homem tem a opção de voltar para a caverna e manter-se como havia se acostumado ou, por outro lado, pode se esforçar por se habituar à nova realidade.
Se esse homem quiser permanecer fora pode, ainda, voltar para libertar os companheiros dizendo o que havia descoberto no exterior da caverna. Provavelmente eles não acreditariam no seu testemunho, já que para eles o verdadeiro era o que conseguiam perceber da sua vivência na caverna.
Interpretação do Mito da Caverna

Seres Mitológicos







A mitologia grega é permeada por inúmeras figuras mitológicas. Dentre as mais importantes podemos citar:
Heróis: considerados os semideuses, ou seja, filhos de deuses com humanos. Dos heróis gregos destacam-se: Perseu, Teseu e Belerofonte.
Ninfas: figuras mitológicas femininas sempre lindas e alegres e que cuidavam das florestas. Por exemplo, as Alseídes, ninfas das flores e bosques; as Dríades, ninfas dos carvalhos; as Nereidas, ninfas da água.Sereias: figuras femininas que cantavam e possuíam corpo de peixe. Podiam ser representadas com asas e cabeça e busto de mulher, tal qual as Harpias .
Centauros: seres híbridos e fortes com corpo metade humano e metade cavalo. Destaca-se Quíron, amigo de Herácles criado por Cronos.Sátiros: possuíam um corpo de homem com patas de bode e chifres. São correspondentes aos faunos da mitologia romana.
Dos sátiros gregos destaca-se: Pã, o Deus dos bosques.Górgonas: figuras femininas que possuíam cabelos de serpentes, por exemplo, a Medusa.
Fonte: todamateria.com.br

Heitor de Troia

Heitor (em grego: Ἕκτωρ, transl. Hektōr) era, na mitologia grega, um príncipe de Troia e um dos maiores guerreiros na Guerra de Troia, suplantado apenas por Aquiles. Era filho de Príamo e de Hécuba. Com sua esposa, Andrómaca, foi pai de Astíanax. 

Como o seu pai morreu, visto que foi incapaz de combater, durante o cerco de Troia feito pelos Aqueus, devido à sua avançada idade, Heitor foi nomeado general das tropas troianas. A sua força, coragem e eficiência na guerra foram enormes: nos poemas épicos de Homero, Heitor é responsável pela morte de 28 heróis gregos; nem Aquiles obtém um número tão grande (22 heróis troianos caídos a seus pés). Pela voz do Destino, os troianos estavam informados que as muralhas de Troia nunca cairiam enquanto Heitor se mantivesse vivo.Na Ilíada, Homero chama-o de "domador de cavalos", devido a preocupações de métrica e porque, de modo geral, Troia era conhecida por ser criadora de cavalos. Na narrativa da Ilíada, no entanto, Heitor nunca é visto com cavalos. Outro epíteto que lhe é característico é "o do elmo flamejante".Heitor contrasta fortemente com Aquiles. Se por um lado Aquiles foi essencialmente um homem de guerra, Heitor lutava por Troia e por aquilo que esta representava. Alguns estudiosos têm vindo a sugerir que é Heitor, e não Aquiles, o verdadeiro herói da Ilíada. A sua repreensão a Polidamante, dizendo-lhe que lutar pela pátria era o primeiro e único presságio, tornou-se um provérbio para os patriotas gregos. É por ele que podemos ver pormenores sobre como seria a vida em Troia, em tempo de paz, e noutros sítios de civilização mediterrânica da Idade do Bronze descrita por Homero. Na Ilíada, a cena em que Heitor se despede da sua esposa Andrómaca e do seu filho é particularmente comovente.Durante a Guerra de Troia, Heitor matou Protesilau e foi ferido por Ájax. Nos quadros de guerra descritos na Ilíada, ele luta com muitos dos guerreiros Gregos e normalmente (mas nem sempre) consegue matá-los ou feri-los. Quando, sob a assistência de Apolo, ele mata Pátroclo por engano, acreditando ser Aquiles, desbarata todo o exército grego. É aí que se chega a um ponto de viragem no decorrer da guerra.No entanto, o destino pessoal de Heitor, decretado por Zeus no início da história, nunca está em dúvida. Aquiles, irado pela morte do seu amigo Pátroclo, desafia Heitor para um combate que é aceito de imediato pelo mesmo, matando-o no combate. Dessa forma, Aquiles arrasta seu cadáver em volta das muralhas de Troia.Finalmente, por intervenção de Hermes, Príamo convence Aquiles a permitir que o seu corpo seja recuperado de modo a prestarem-lhe cerimônias fúnebres. O último episódio da Ilíada é o funeral de Heitor, depois do qual a perdição de Troia é uma questão de tempo.No saque final à Troia, como é descrito no Canto II da Eneida, o seu pai e muitos dos seus irmãos são mortos, o seu filho é atirado do cima das muralhas, por medo que este vingue a morte do seu pai, e a sua esposa é transportada por Neoptólemo para viver como escrava.Fonte:https://pt.wikipedia.org/wiki/Heitor


Medusa






Na mitologia grega, Medusa foi um monstro representado por uma mulher com abissais serpentes no lugar dos cabelos, presas de bronze e asas de ouro.Do grego, Medusa significa "guardiã", "protetora" e também “sabedoria feminina”, se considerarmos o culto das amazonas à deusa serpente na Líbia.
Simbolicamente, Medusa era trágica, solitária e figura uma mulher incapaz de amar e ser amada, pois odeia os homens por ter sido seduzida e, por outro lado, odeia as mulheres, pois não se conforma em ser um monstro.
Conta o mito que Medusa foi uma sacerdotisa do templo de Atena (em algumas versões ela já era a criatura mítica, contudo, ainda não tinha sido amaldiçoada).
No entanto, Medusa é assediada amorosamente por Poseidon, o deus dos mares, cedendo aos seus encantos ao deitar com ele no templo da deusa Atena. Com isso, Atena transforma seu cabelo em serpentes e seu rosto num horrível semblante capaz de transformar em pedra todos que encontram seus olhos.
Assim, Medusa passou a viver na extremidade do ocidental do mundo, junto a entrada do reino dos mortos e, ao redor de seu covil, diversas estátuas de pedra de homens e animais -suas vítimas- adornavam o ambiente.
Interessante notar que os escultores e pintores do século V a.C., representavam Medusa como um monstro, entretanto, ela era muito bela, como relata o poeta romano Ovídio: "Medusa já fora uma bela mulher".
Medusa e Perseu
O mito da Medusa se entrecruza com outro bem conhecido, o de Perseu. Segundo o mito, ela foi decapitada pelo herói, o qual lutou com a Górgona olhando apenas o seu reflexo no escudo polido.
Ao decapitá-la, algo inusitado ocorreu: duas criaturas nasceram, pois Medusa estava grávida de Poseidon. Assim, surgiram o cavalo alado Pégaso e o gigante dourado Crisaor.
Não foi só isso: Perseu notou que de uma veia do monstro jorrava um veneno mortal e, na outra, o elixir da vida eterna.
Por fim, após utilizar a cabeça decapitada como arma para vencer seus inimigos, o herói entregou o artefato para Atena, a qual fixou-o no escudo do guerreiro, criando assim o poderoso Aegis.
Curiosidades: Você Sabia?
O rosto da Medusa foi adotado como um símbolo da luta feminista.
As esculturas e pinturas da Medusa decoravam os telhados de templos gregos e acreditava-se que afugentava os maus espíritos.
Os corais do Mar Vermelho são atribuídos ao sangue de Medusa, o qual respingou com a passagem de Perseu quando esse sobrevoou o local com seu cavalo alado.
Fonte:www.todamateria.com.br


sábado, 30 de junho de 2018

Jogos Pedagógicos


       

      Os jogos tem a função de proporcionar à criança uma aprendizagem dinâmica e precisa sem tirar dela o brincar, próprio de sua fase etária. Como tudo para elas viram brincadeira, o professor precisa se posicionar e aproveitar esse recurso para desenvolver as habilidades e competências de seus alunos. Se tirarmos o brincar das crianças, vamos tirar o que de melhor eles possuem nessa idade e corremos o risco de não encontrarmos uma outra ferramenta que substitua. Claro que o profissional precisa se atentar aos jogos educativos e não vê-los somente como uma brincadeira e sim utilizá-los de uma maneira correta e séria com um objetivo didático.

      Os brinquedos proporcionam as crianças o uso da imaginação, seja brinquedos estruturados, e principalmente não estruturados, pois a criança utiliza da imaginação para transformar esses objetos em algo lúdico. Os adultos servem de modelo para a aprendizagem da criança, pois a mesma irá através da imaginação imitá-lo e transformar isso em aprendizagem.

      Cada brinquedoteca é única, possui suas cores, seus brinquedos, livros, jogos para atingir seu público. Toda criança é um ser diferente, então os brinquedos que estão postos a uma pode não interessar a outra e assim por diante.

      O que faz a criança adorar e aprender nesses espaços são exatamente as diversidades que eles proporcionam. Se um objeto não está suprindo a necessidade de aprendizagem o mesmo pode ser trocado pela criança e ser aproveitado de outra maneira.

      Cabe ao educador saber como interagir com esses ambientes, pois como 
zdito anteriormente, todas as crianças são diferentes e não será o meio que determinará seu aprendizado e sim o aprendizado que determinará como a ela utilizará a brinquedoteca para seu próprio crescimento.

      O maior desafio de uso de jogos eletrônicos na educação é o simples fato do profissional não ter formação, e nem conhecimento dos mesmos. Pois, o professor tem tantos afazeres pedagógicos e não consegue se atualizar sobre esses jogos, porque, a maior parte das vezes a escola também não tem estrutura física para disponibilizar essas ferramentas. Se, nos ATPCs fossem dados uma atualização sobre esses assuntos, o professor iria ganhar, com esses jogos, um grande aliado na educação.

      As crianças transformar qualquer objeto em brinquedos e são capazes de aprender com ele, utilizando sua imaginação. Se não fosse isso, imaginem só como as crianças da antiguidade, ou da era medieval, ou até mesmo da era moderna seriam infelizes, e não teria seu desenvolvimento concretizado. Ou então, uma criança que não tem condições financeiras de ter objetos avançado quanto a tecnologia, ela também, se utilizada da maneira correta, aprenderá com objetos diversos se os mesmos estiverem alicerçados de uma maneira pedagógica. Claro que as crianças da era contemporânea, alem de qualquer objeto, ainda possuem o beneficio de tecnologia que da mesma forma, se utilizada de maneira correta agregará ao seu desenvolvimento, ou de maneira incorreta só tratá malefícios.

Programa Mais Educação


Método Sintético:

      Esse método parte de unidades menores para maiores. Ou seja, de letras, sílabas, frases e textos. Não há um contexto para o seu uso. Privilegia a decodificação.  
       Um exemplo desse método são as aulas de português que explicam a formação das palavras, o que é uma letra, um fonema, uma sílaba, sílaba tônica, a formação das palavras, e assim por diante, fazendo uma análise morfológica.

Método Analítico:

       Acontece o contrário, parte de unidades maiores para os menores, ou seja, de textos até chegar à letra.    
      Um exemplo disso, pode ser utilizado textos e retirado fragmentos dele para a análise de sentido ou até mesmo morfológica.


Concepções Pedagógicas: inatistas, ambientalista, interacionista e sociointeracionista


Minha visão:

     Dentre as concepções inatista, ambientalista, interacionista e sociointeracionista eu me reconheço como seguidora da última, pois, segundo Vygostsky o indivíduo precisa se relacionar com o outro para desenvolver sua aprendizagem. Vigostsky leva em conta também o biológico, mas somente de forma de desenvolvimento, pois o indivíduo precisa do cérebro para raciocinar, mas depois, seguindo Marx, ele trabalha com o materialismo dialético, ou seja, o homem é um ser sociável que precisa da interação com a cultura, com o meio, com as pessoas para aprender.

     Claro que não descarto as outras concepções também, pois é muito difícil seguir somente uma corrente. Concordo plenamente com a adaptação do Piaget, acredito que a criança precisa de um desequilíbrio para achar seu equilíbrio, ou seja, precisa passar pela assimilação para absorver o conteúdo e depois chegar na acomodação que seria a plena compreensão do mesmo, e esse exercício nunca tem fim.

      Sou contra a educação bancária, o aluno não precisa ser passivo na sala de aula e sim participante. Segundo Paulo Freire a criança tem seu conhecimento prévio, e a partir dele o professor deve seguir com a matéria, aproveitando esses temas geradores, logo, a concepção ambientalista não se sustenta, e tão pouco a inatista, claro que o aluo pode sim herdar características genéticas dos pais, mas isso não é geral, e com muita dedicação do próprio aluno e do professor pode ser desenvolvida sua aprendizagem.


sexta-feira, 8 de junho de 2018

CARACTERÍSTICAS DA ÉTICA ARISTOTÉLICA






UNIVERSIDADE SAGRADO CORAÇÃO












ANA PAULA DOS SANTOS









                                     
CARACTERÍSTICAS DA ÉTICA ARISTOTÉLICA














BAURU
2015

ANA PAULA DOS SANTOS










CARACTERÍSTICAS DA ÉTICA ARISTOTÉLICA




Trabalho apresentado à disciplina de Ética, sob orientação do Prof. Me. Jackson Valentim Bastos.





















BAURU
2015


Aristóteles nasceu em Stágiros, na Calcídice, em 384 a.C. E morreu na Eubéia, em 322. Era filho de Nicômacos. Aos dezoito anos de idade ingressou na escola de Platão, em Atenas.
Em sua segunda estada em Atenas morreu Pítias, sua esposa, e Aristóteles passou a viver cm Herpílis, da qual teve um filho chamado Nicômacos, a quem dedicou uma de suas Éticas.
No livro I, Aristóteles tenta determinar quais as coisas boas para o homem ,inclusive qual é o bem supremo,  e relata também uma divisão das faculdades humanas em uma faculdade que elabora planos e outra que trata de sua realização, esta conclusão leva à uma divisa da excelência humana em intelectual e moral.
A obra a principio aborda elementos relacionados com o agir humano,  esse agir seria o objeto do bem e assim chaga-se na finalidade que é a felicidade.
 E essa felicidade  é que uma atividade virtuosa da alma, pois ela não é tida pela posse de bens materiais, mas sim no desenvolvimento e ação de bons valores internos.
A felicidade surgirá como uma premiação pelos esforços dispensados nessa meta social. É pelo hábito das ações boas que a virtude vai-se instalando. A virtude não é um dom. Ela é adquirida mediante ensino e treino. O homem precisa ser educado na prática do: equilíbrio, ponderação, justiça, entre outras. O ser humano ao agir sempre da melhor maneira, se exercitará no treino da virtude e poderá atingir a meta que é a felicidade. O homem inicia fazendo o bem diariamente e este bem se torna um treino. Esse treino, com o passar dos tempos, se torna um hábito. Esse hábito será a virtude instalada no seu repertório comportamental. Desta forma, a virtude se manifestará em todas as ações do homem bom e feliz.
As  virtude para Aristóteles faz uma relação entre as virtudes intelectuais que podem ser ensinadas e aprendidas, e as virtudes morais, que são adquiridas com hábito.
A felicidade é o bem supremo, pois não depende de outro bem para existir. Dentre as finalidades inúmeras que as pessoas buscam, no final, o que todos querem é a felicidade. A felicidade, segundo Aristóteles é auto-suficiente, ou seja, torna a vida desejável por não ser carente de coisa alguma.
A felicidade precisa de bens externos para existir, pois precisamos de instrumentos materiais para praticá-la. Há quem ache que a felicidade é boa sorte também, como ter filhos belos e educados, ou então, colocam a felicidade como presente divino.
Para o autor, o homem feliz será feliz por toda a vida, pois estará sempre engajado na prática ou contemplação do que é conforme à excelência.
Para se entender a felicidade como sendo uma atividade da alma conforme a excelência perfeita, precisamos entender o que é excelência.

Nos primeiros livros o autor fala um pouco sobre as várias formas de excelência ética.
A excelência se diferencia em duas espécies: excelência intelectual e moral. A excelência intelectual seria a sabedoria, a inteligência e o discernimento. Já a liberalidade e a moderação, são formas de excelências morais.
A excelência moral ela é o produto do habito, prática, ou seja, não é inata, não está em nós por natureza. Precisamos aperfeiçoá-la com o habito. A excelência moral nos torna bom. Precisamos nos habituar para não sermos incessíveis, ou covardes, ou temerários, ou ainda rústicos, através do meio termo. A excelência moral é uma disposição.
A excelência moral se relaciona com o prazer e o sofrimento, segundo Aristóteles é por causa do prazer que praticamos más ações e é por causa do sofrimento que deixamos de praticar boas ações.
As várias formas de excelências morais se relacionam com ação e emoção e toda ação são acompanhadas de prazer. A tendência para o prazer, cresce conosco desce quando nascemos. Tanto o prazer quanto o sofrimento nos tornam maus. Pois quando o homem está tentando evitar o prazer, ele está se submetendo ao sofrimento.
Os prazeres que não envolvem dor, pelo contrário, não admitem excesso; e esses se contam entre as coisas agradáveis por natureza e não por acidente.
O justo-meio é uma virtude, uma espécie de mediana que equilibrará a situação. O homem deve optar por um caminho que condene ambos os extremos sendo, pois, os causadores dos excessos e dos vícios.
É preciso encontrar um meio termo em relação à excelência moral e a deficiência moral. Pois o excesso e a falta são elementos da deficiência moral.
Mas nem toda ação possui um meio termo, como por exemplo: a maldade, o adultério, o assassinato, a inveja. E essa maldade não está no excesso ou na falta, e sim em si própria.
 Segundo Aristóteles  há dois tipos de atividades: as práticas e as teoréticas. No entanto, as atividades práticas são determináveis por uma relação entre meio e fim , visto que o seu objeto pode ser transformado pela atividade. O caráter “meio”, inerente ao saber prático, só nos remete ao fato de que há nele uma incompletude de natureza, pois o homem e as coisas humanas não são sempre os mesmos: demandam um contínuo aperfeiçoamento. Para compreender como o saber prático se situa assim a meio caminho entre o saber produtivo e o saber teorético, precisaremos reconduzi-lo aos seus componentes básicos. Com isso supomos poder chegar a avaliar o grau de identidade entre o saber prático e o saber teorético.
 O problema dos meios e dos fins da ação humana não pode ser compreendido antes de serem determinadas quais faculdades da alma se relacionam com ambos os aspectos da ação.
Aristóteles procura estabelecer essa relação. Os meios se relacionam a escolha e a deliberamos não acerca dos fins, mas acerca daquilo que conduz aos fins”. Com os fins se relaciona a faculdade desejante da alma: Por outro lado, o desejo se refere ao fim, e a escolha aos meios conducentes ao fim: assim, desejamos a saúde mas escolhemos os meios mediante os quais podemos atingir a saúde, e desejamos ser , mas não podemos dizer que escolhemos sê-lo.
Por fim, a importância da Ética a Nicômaco reside no ensinamento sobre o agir humano. Aristóteles trás de uma forma objetiva, clara e fácil de ser interpretada, as relações entre os indivíduos e destes com a sociedade. Ele constrói um legado ético que pode ser utilizado como um verdadeiro manual para a valoração das virtudes e como podemos usá-las para nos tornar pessoas boas à procura da felicidade. Sendo assim importante para a construção do pensamento humano, podendo ser lido por qualquer indivíduo que se preocupe com seu melhoramento e desenvolvimento ético.















BIBLIOGRAFIA

ARISTÓTELES. Ètica a Nicômacos. 3.ed. São Paulo:Editora Unb, 1985.



terça-feira, 17 de abril de 2018

Recursos didáticos para Deficientes Visuais

Pessoas com deficiência visual variam de indivíduos com um grau mínimo de visão até pessoas cegas completamente.
Para ajudar na alfabetização de indivíduos com deficiência visual de nível extremo, cegueira, o professor ou responsável pode utilizar de algumas estratégias como:

·         livro falado;
·         posicionamento do aluno de maneira a favorecer o contato com o professor;
·         bolas com guizo;
·         fácil deslocamento do aluno em sala de aula;
·         explicações verbais do professor de conceitos expressos visualmente;
·         apoio para locomoção independente no ambiente escolar;

Já para indivíduos com visão reduzida pode-se utilizar de:

·         materiais ampliados;
·         softwares educativos em tamanho ampliado;
·         adaptações de materiais em caracteres ampliados;
·         recursos óticos;
·         recursos não óticos;
·         ilustrações com contrastes;

Existe também, o reglete e a punção utilizada para o aprendizado do Braille que utiliza papel sulfite de gramatura 120, a punção demarca a depressão da superfície do reglete e faz assim os furos, com a punção, uma espécie de caneta nas depressões dos furinhos (6) do Braille.
Há também a maquina de datilografia em Braille, com seis teclas, que simboliza as letras do Braille e reproduz o relevo no papel.